O protesto "Não é não", organizado por um grupo de sete mulheres e apoiado por cerca de 140 associações, realizou-se esta tarde, a partir das 15h. Representantes do Bloco de Esquerda, Livre e PAN estiveram presentes, defendendo que a violação deve ser considerada um crime público e que as plataformas digitais devem ser responsabilizadas pela partilha de conteúdos de crimes sexuais.
As manifestações, que aconteceram em Lisboa e no Funchal, surgiram em resposta à alegada violação de uma jovem de 16 anos por três influencers em Loures. Sob o lema “Violação Não se Filma, Condena-se”, os participantes exigiram justiça, já que os suspeitos, embora detidos, foram libertados pelo tribunal, ficando apenas com medidas cautelares.
A vítima, atraída por pretender conhecer os influencers do TikTok, acabou por ser supostamente violada numa arrecadação, tendo o ato sido filmado e partilhado nas redes sociais. Os protestos decorreram em frente à Assembleia da República, em Lisboa, e à Assembleia Legislativa da Madeira, no Funchal.