Filinto Lima destaca que os fundos disponíveis são insuficientes para cobrir necessidades mais urgentes nas escolas. Esta preocupação surge no dia em que os estabelecimentos de ensino receberam os resultados das provas-ensaio realizadas em fevereiro. Estes testes, destinados aos alunos do 4.º, 6.º e 9.º anos, tiveram como objetivo preparar as escolas e os estudantes para as provas finais em formato digital, que ocorrerão no final do ano letivo.
Entre maio e junho, os alunos do 4.º e 6.º anos realizarão as chamadas “Provas Moda”, que monitorizam a aprendizagem, enquanto os do 9.º ano farão as provas finais. Filinto Lima refere que os ensaios serviram para detetar problemas na rede de internet, esperando que estes sejam resolvidos a tempo.
O Ministério da Educação anunciou um reforço de 4 milhões de euros para a manutenção e reparação de equipamentos, somando-se aos mais de 10 milhões já distribuídos em novembro para a compra de computadores. No entanto, apenas 6 milhões foram utilizados até agora, segundo o gabinete de Fernando Alexandre. Filinto Lima explica que o atraso na execução destes fundos é normal, uma vez que as escolas tiveram de abrir concursos para adquirir os equipamentos.
Num contexto de Governo em gestão e com as eleições legislativas à porta, Filinto Lima apela a um consenso entre os partidos em matéria de Educação, especialmente no que diz respeito às “Provas Moda” e às provas finais.